Lewis Hamilton afirmou nesta sexta-feira (data do evento) que a Ferrari precisa ampliar a potência do motor para brigar de igual para igual com a Mercedes no Grande Prêmio da China de Fórmula 1. O heptacampeão largará da quarta posição na corrida Sprint de sábado, após a sessão classificatória realizada no circuito de Xangai.
Na disputa pelo grid, apenas George Russell e Kimi Antonelli, ambos da Mercedes, além de Lando Norris, da McLaren, ficaram à frente do britânico. Hamilton cravou um tempo 0s641 mais lento que o de Russell e perdeu a terceira posição para Norris por apenas 0s020.
“Estou muito satisfeito com a sessão; minha equipe fez um trabalho realmente muito bom”, declarou o piloto. Ele destacou o esforço dos engenheiros para recuperar o carro depois de uma sessão livre complicada marcada por uma rodada. “Na classificação Sprint o carro, de modo geral, parecia ótimo”, acrescentou.
Apesar da boa impressão no trecho misto, Hamilton apontou o desempenho em linha reta como principal obstáculo. “Estamos perdendo nas retas, e é muito tempo para perder. Temos muito trabalho a fazer e precisamos pressionar bastante em Maranello para melhorar a potência”, afirmou.
Segundo o britânico, a diferença de velocidade já era conhecida desde a temporada passada. “Achávamos que a Mercedes tinha começado o desenvolvimento antes de nós, e foi exatamente isso que aconteceu. Eles fizeram um trabalho fantástico e nós precisamos reagir”, comentou.
Hamilton concluiu dizendo que o carro da Ferrari se mostra competitivo nas curvas, mas a desvantagem de motor restringe o potencial de disputa direta com os concorrentes. “Podemos competir com eles nas curvas, mas quando você está em desvantagem de potência, é assim que as coisas ficam”, resumiu.
Com informações de F1Mania



