O fim de semana da Red Bull no Grande Prêmio da China foi marcado por tensão interna e declarações polêmicas. Depois de um resultado abaixo do esperado, o chefe de equipe Laurent Mekies cancelou entrevistas coletivas e deixou Xangai no jatinho particular de Max Verstappen, acompanhado do diretor técnico Pierre Waché, do engenheiro de corrida Gianpiero Lambiase e do empresário do piloto, Raymond Vermeulen. O teor da conversa durante o voo não foi revelado.
No mesmo período, Verstappen voltou a criticar os atuais regulamentos da Fórmula 1. O holandês afirmou que “não tem graça nenhuma, é como jogar Mario Kart” e completou que “isso não é corrida”, demonstrando insatisfação com as mudanças introduzidas nos últimos anos.
As declarações repercutiram imediatamente. O ex-piloto Ralf Schumacher cobrou uma postura mais colaborativa do tricampeão: “Max já provou que é o piloto mais rápido. Agora ele precisa ajudar sua equipe, que está enfrentando problemas, e parar de reclamar. Se ele quer correr em outra categoria, pode até fazê-lo, mas não precisa”.
Schumacher também relembrou o contexto das regras em vigor: “Essas novas regras foram decididas há quatro anos. Naquela época, todo mundo só queria carros elétricos, não podemos esquecer disso. Muitas equipes investiram uma quantia absurda de dinheiro nisso”.
Com informações de F1Mania



