Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, esclareceu por que a equipe retirou a chamada “asa Macarena” depois de apenas uma sessão de treinos livres no Grande Prêmio da China, realizado no último fim de semana em Xangai. Segundo o dirigente, o componente ainda não acumulou quilometragem suficiente para ser utilizado em condições de corrida.
A asa traseira, que ganhou destaque na pré-temporada do Bahrein por girar 180 graus e ficar invertida quando acionada, voltou a aparecer no paddock chinês e chegou a ser cogitada para estrear oficialmente durante a prova. Contudo, após o TL1, o time optou por revertê-la ao pacote convencional.
“Não rodamos o bastante com a asa traseira”, resumiu Vasseur. “Com o regulamento atual, precisamos aproveitar o primeiro treino livre, já que não há testes entre as corridas. Se quisermos acumular dados, temos de usar o TL1, e provavelmente faremos isso novamente na próxima semana, no Japão.”
O francês acrescentou que, quando a confiabilidade e a quilometragem atingirem níveis aceitáveis, a Ferrari pretende manter o dispositivo durante todo um fim de semana. Projetada para gerar sustentação e provocar a estolagem mais intensa do difusor em retas, a peça não foi descartada e deve reaparecer em Suzuka.
Com informações de F1Mania



