Liam Lawson precisou lidar com um cenário adverso em 2025, quando foi retirado da Red Bull Racing após apenas duas corridas. O neozelandês havia sido promovido ao time principal com somente 11 Grandes Prêmios disputados pela Racing Bulls em 2024, mas acabou substituído por Yuki Tsunoda e retornou imediatamente à antiga equipe.
Mesmo com o revés, Lawson reagiu. De volta à Racing Bulls, acumulou 38 pontos na temporada – 13 a menos que Isack Hadjar, piloto que receberia a vaga na Red Bull para 2026. Analistas atribuem parte das dificuldades ao estilo rígido do então consultor Helmut Marko, conhecido por pressionar intensamente os jovens talentos do programa da equipe austríaca.
Opinião de Jolyon Palmer
Durante o podcast F1 Nation, o ex-piloto de Fórmula 1 e comentarista Jolyon Palmer destacou que Marko “podia ser realmente duro com os novatos”, mas ressaltou a capacidade de Lawson de suportar a pressão. “Ele mostrou que é um cara resistente”, afirmou Palmer.
O britânico também comentou o estilo agressivo do neozelandês nas disputas roda a roda e lembrou que a adaptação inicial à Racing Bulls em 2024 não foi imediata, mas se consolidou com boas apresentações, incluindo o GP de Melbourne.
Desempenho consistente
Apesar da turbulência interna, Lawson manteve o foco em 2025 e apresentou resultados sólidos em corridas principais e nas provas Sprint. Palmer observou que o piloto poderia ter se sentido ofuscado pelo destaque dado a Arvid Lindblad na Austrália, porém respondeu marcando pontos tanto na Sprint quanto no GP da China, estabilizando sua campanha.
O episódio ilustra os desafios enfrentados por jovens competidores ao ingressarem em equipes de ponta e evidencia a importância de resiliência e maturidade para prosperar na elite do automobilismo.
Com informações de F1Mania



