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FIA limita energia em Suzuka, Mercedes altera asa e Verstappen se envolve em polêmica

A quinta-feira (26) foi movimentada no paddock de Suzuka. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou a redução da energia elétrica máxima permitida por volta na classificação do Grande Prêmio do Japão, a Mercedes efetuou mudanças na asa dianteira do W17 após diálogo com os comissários técnicos, e Max Verstappen voltou ao centro das atenções ao expulsar um jornalista de uma coletiva de imprensa.

FIA corta 1,0 MJ por volta na classificação

A entidade que rege a Fórmula 1 baixou de 9,0 MJ para 8,0 MJ o limite de energia utilizável por volta durante o qualifying em Suzuka. A decisão foi tomada em conjunto com todas as equipes e fabricantes de unidades de potência, que aprovaram a medida de forma unânime. O objetivo é reduzir a necessidade de estratégias extremas de gerenciamento de energia em um circuito tradicionalmente deficitário nesse quesito, repetindo ação parecida adotada em Melbourne.

Mercedes ajusta asa dianteira do W17

Alvo de questionamentos dos rivais, a asa dianteira do carro alemão passou por modificações depois de conversas com a FIA. Imagens de televisão mostraram comportamento incomum do sistema de aerodinâmica ativa nas curvas, o que levantou dúvidas sobre a conformidade do componente logo após o domínio exibido pela equipe no GP da China. O time de Brackley realizou ajustes para evitar qualquer contestação técnica durante o fim de semana japonês.

Verstappen discute com jornalista britânico

Fora da pista, Max Verstappen gerou repercussão negativa ao pedir que um repórter do The Guardian deixasse a sala de imprensa em Suzuka. Giles Richards, profissional envolvido no episódio, publicou posteriormente que se decepcionou com a atitude do tetracampeão mundial. O jornalista acredita que a reação do holandês esteja ligada a uma pergunta feita por ele em Abu Dhabi, em 2025, sobre o incidente de Barcelona.

Audi reorganiza bastidores após saída de Wheatley

A recente saída de Jonathan Wheatley da chefia da Audi continua repercutindo. O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto declarou não ter ficado surpreso, citando a estrutura interna clara da equipe. Nico Hülkenberg reconheceu tensão no alto escalão e afirmou que, quando surge um problema fundamental com um dos líderes do projeto, a resposta precisa ser rápida.

A reestruturação abriu especulações sobre quem assumirá o comando do time alemão. Juan Pablo Montoya sugeriu o nome de Christian Horner, ex-chefe da Red Bull, como opção adequada para liderar a escuderia na fase de reconstrução rumo a 2026.

Com isso, o fim de semana em Suzuka começa cercado por ajustes técnicos, disputas políticas e conflitos fora das pistas, mantendo Mercedes, Verstappen e Audi sob os holofotes.

Com informações de F1Mania.net

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