A Red Bull Racing reconheceu ter ficado abaixo das próprias metas na temporada 2026 da Fórmula 1 após os treinos livres de sexta-feira (3) para o Grande Prêmio do Japão, realizados em Suzuka. A avaliação partiu do engenheiro-chefe Paul Monaghan, que afirmou que a equipe e Max Verstappen esperavam mais do RB22.
Nos cronômetros, o dia foi discreto: Verstappen fechou o TL1 em sétimo lugar e caiu para décimo no TL2. O companheiro Isack Hadjar terminou as sessões em 13º e 15º, respectivamente. “Você só precisa olhar nossa posição relativa. Não são os padrões que estabelecemos para nós mesmos, nem aqueles que Max estabelece para nós”, resumiu Monaghan.
Pacote de atualizações não resolve todas as falhas
O time levou um pacote “significativamente grande” de atualizações para o Japão, com mudanças na entrada do sidepod, cobertura do motor e assoalho. Segundo o engenheiro, as alterações representam “uma mudança geométrica bastante grande” e exigiram esforço considerável da fábrica em Milton Keynes.
Mesmo com as novidades, a Red Bull identificou problemas em outras áreas do carro. “Nossa compreensão do que aconteceu hoje é que algumas partes estão funcionando, mas há outros aspectos que não estão muito bons, e são esses que precisamos corrigir para amanhã”, explicou Monaghan.
Foco em curvas rápidas antes do TL3
A prioridade para o restante do fim de semana é melhorar o equilíbrio do RB22 nas curvas de alta velocidade, especialmente no setor 1 de Suzuka. A equipe tenta confirmar as causas das falhas detectadas e encontrar soluções a tempo da terceira sessão livre e da classificação de sábado.
Com informações de F1Mania



