07 de abril de 2026 – O chefe da Haas, Ayao Komatsu, afirmou que ainda não vê um teto para o desenvolvimento de Oliver Bearman, de 20 anos, após o promissor início da segunda temporada do britânico na Fórmula 1.
Bearman somou 17 dos 18 pontos da equipe nas três primeiras etapas de 2026, desempenho que colocou a escuderia provisoriamente em quarto lugar no Mundial de Construtores. O piloto abriu o campeonato com um sétimo lugar em Melbourne e um quinto em Xangai, além de ter superado o companheiro Esteban Ocon na classificação na Austrália e na China.
“Extremamente impressionante. Sempre estabelecemos um padrão alto para o Ollie porque ele evolui o tempo todo”, disse Komatsu, destacando que a velocidade inicial do piloto agora vem acompanhada de consistência e maturidade técnica.
Consistência reforça protagonismo
Nas duas primeiras corridas, Bearman liderou o trabalho com os engenheiros e demonstrou rápida adaptação ao novo regulamento de 2026, segundo o chefe japonês. O dirigente recordou ainda o quarto lugar obtido pelo britânico no GP do México de 2025 como amostra do potencial.
Evolução técnica e mental
Komatsu explicou que Bearman tem passado longas sessões no simulador e assumido postura de liderança dentro da equipe. “Velocidade ele sempre teve; o que anima é que não consigo enxergar um limite para onde ele pode chegar”, afirmou.
Com os resultados recentes, a Haas deixa de ser vista como surpresa eventual e passa a ocupar posição constante na parte superior da tabela. Para Komatsu, a trajetória mostra que o desempenho não é ocasional, e o desenvolvimento do jovem britânico continua em ritmo acelerado.
Com informações de Autoracing



