A temporada 2026 da Fórmula 1 começou com clima tenso na Red Bull. Nas três primeiras corridas, a equipe somou apenas 16 pontos, seu pior início desde 2015, e viu Max Verstappen intensificar críticas ao novo regulamento técnico.
Pressão interna cresce
O tetracampeão mundial tem reclamado de forma recorrente do atual modelo de gestão de energia, que, segundo ele, privilegia decisões estratégicas em detrimento da pilotagem agressiva. Em diferentes entrevistas, Verstappen chegou a sinalizar que pode repensar seu futuro na categoria caso não haja mudanças.
Oportunidade para Hadjar
Enquanto o holandês expressa descontentamento, Isack Hadjar aproveita o momento. Logo em sua estreia, o francês garantiu a terceira posição no grid do Grande Prêmio da Austrália e mantém desempenho consistente, contrastando com o ambiente de negatividade ao redor do companheiro.
Para o ex-piloto Jolyon Palmer, comentarista do podcast oficial da F1, as críticas de Verstappen abrem caminho para Hadjar ganhar protagonismo dentro da equipe. “Quando o principal piloto não demonstra entusiasmo, surge uma oportunidade clara para outro assumir o papel de destaque”, apontou Palmer.
Adaptação é fundamental
A necessidade de rápida adaptação ao novo regulamento tornou pequenas decisões estratégicas determinantes para o resultado final. Até o momento, Verstappen ainda não se mostra totalmente confortável com essa realidade, enquanto Hadjar evolui gradualmente, fortalecendo sua posição no time.
Com o líder insatisfeito e o novato em ascensão, a Red Bull encara um começo de campeonato marcado por incertezas e disputa interna por espaço.
Com informações de Autoracing



