12 de abril de 2026 – O chefe da Red Bull Racing, Laurent Mekies, afirmou que o desempenho aquém do esperado da equipe em 2026 resulta de um conjunto de fatores que afetam todas as áreas do carro, e não de um único ponto fraco.
Em participação no podcast Beyond the Grid, o dirigente explicou que o RB22 precisa de uma evolução completa para se aproximar das equipes de ponta. “Enxergamos a situação em 360 graus; não há um setor específico no qual possamos concentrar todos os esforços”, disse.
Unidade de potência ainda é recente
Mekies destacou que o projeto do motor, desenvolvido em parceria com a Ford, ainda está na fase inicial dentro da organização. “Essa unidade de potência não existia há três ou quatro anos; hoje, a fábrica reúne cerca de 700 pessoas”, comentou, acrescentando que a ausência de um déficit crítico no propulsor já representa “algo incrível” diante da referência atual, a Mercedes.
Impacto das escolhas de 2025
Segundo o chefe de equipe, a Red Bull prolongou o desenvolvimento do chassi de 2025 por mais tempo do que o planejado, o que comprometeu parte dos recursos destinados ao carro desta temporada. “Pagamos o preço no início deste campeonato”, admitiu.
Situação no campeonato
Após as primeiras etapas de 2026, a Red Bull ocupa o sexto lugar no Mundial de Construtores, 119 pontos atrás da líder Mercedes. Mekies vê o ano como um processo contínuo de aprendizado. “Aceitamos dois grandes desafios, e estamos mergulhados neles”, concluiu.
Com informações de Autoracing



