O chefe da Williams, James Vowles, revelou que o limite de custos da Fórmula 1 obrigou a equipe a planejar com precisão o momento de introduzir peças novas no carro FW48 ao longo da temporada 2026.
Durante o podcast “The Vowles Verdict”, o dirigente elogiou o trabalho de engenharia que levou o monoposto a ficar abaixo do peso mínimo exigido: “Foi um esforço excelente da nossa equipe de design”, afirmou. A meta agora é produzir os componentes mais leves sem ultrapassar o orçamento anual.
Produção escalonada
Vowles explicou que fabricar todas as peças de uma só vez seria inviável financeiramente. “Até poderíamos produzir tudo da noite para o dia, mas isso custaria caro dentro do limite de custos”, observou. A solução encontrada é distribuir as atualizações ao longo de várias corridas, equilibrando estoque, custo e desempenho.
Itens de alta quilometragem, como suspensão e suportes de roda, já são produzidos antes do início do campeonato. A Williams pretende substituí-los gradualmente por versões mais leves. O mesmo raciocínio vale para partes aerodinâmicas, entre elas a asa dianteira, onde a equipe busca casar redução de peso e ganho de performance.
Equilíbrio entre peso e performance
“O desenvolvimento hoje depende tanto de timing quanto de inovação”, resumiu Vowles. Segundo ele, a combinação correta desses fatores é fundamental para extrair o máximo do carro sem exceder o orçamento permitido.
Apesar de um começo de ano turbulento, a Williams já somou seus primeiros pontos com Alexander Albon e Carlos Sainz, superando Audi, Cadillac e Aston Martin no Mundial de Construtores.
Com informações de F1Mania.net



