A Aston Martin decidiu introduzir sua próxima grande atualização de chassi apenas após o recesso de verão da temporada 2026 da Fórmula 1. Até lá, o time de Silverstone seguirá trabalhando com alterações pontuais no modelo atual, enquanto lida com dificuldades na unidade de potência fornecida pela Honda, principalmente relacionadas a vibrações.
No Grande Prêmio do Canadá, a equipe terminou sem pontos, mas registrou sinais discretos de avanço. Fernando Alonso circulou entre os dez primeiros antes de abandonar a prova, algo que não vinha ocorrendo nas etapas anteriores. Lance Stroll, por sua vez, segue em busca de maior consistência para voltar à zona de pontuação.
O pacote mais significativo está previsto para estrear depois do intervalo de verão, com chance de aparecer já no GP da Holanda. Nos bastidores, existe até a possibilidade de o conjunto representar não apenas uma evolução, mas um carro praticamente novo, com eventual participação do projetista Adrian Newey.
A estratégia de postergar mudanças consideráveis está ligada às vibrações detectadas no motor Honda, que dificultam a avaliação do impacto de novidades aerodinâmicas. O teto orçamentário da categoria também pesa na decisão, levando a equipe a concentrar recursos em um momento considerado mais eficiente para o desenvolvimento.
Chefe de pista da Aston Martin, Mike Krack afirmou em Montreal que ainda há margem para progresso: “Acho que ainda podemos fazer alguns progressos em termos de dirigibilidade”, disse ele, acrescentando que o desempenho ideal ainda não foi atingido e que o trabalho prosseguirá nas próximas corridas.
Com informações de F1Mania.net



