Spa-Francorchamps (Bélgica) – 18 de julho de 2026, 14h25. Isack Hadjar explicou como executou a estratégia de vácuo que permitiu a Max Verstappen largar na primeira fila do Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1.
O francês contou que reduzir a velocidade após a curva 14 e, em seguida, acelerar para puxar o companheiro de equipe foi apenas parte do desafio. Segundo ele, o ponto crítico foi prever como o motor reagiria diante de uma situação incomum para o software de gerenciamento de potência.
“É difícil saber o que o motor vai entregar. Quando você para depois da curva 14 e tenta acelerar, ele fica confuso porque não foi programado para isso”, afirmou Hadjar.
Na primeira tentativa do Q3, o piloto recebeu mais potência do que esperava e acabou se distanciando de Verstappen. Na segunda volta, teve força de menos, o que fez o holandês se aproximar rapidamente. Ainda assim, a segunda tentativa foi a mais eficiente e assegurou a colocação na primeira fila.
Hadjar destacou que manter o ritmo correto e a distância ideal foi fundamental: qualquer erro comprometeria o vácuo em uma pista onde as longas retas valorizam essa tática.
Questionado sobre o que esperava receber da Red Bull pelo auxílio, respondeu em tom de brincadeira: “Dinheiro”.
Com informações de Autoracing



