A Red Bull reconheceu que ainda não alcançou o desempenho das equipes mais rápidas no Grande Prêmio da Hungria. Após os dois primeiros treinos livres desta sexta-feira, 24 de julho de 2026, no Hungaroring, o diretor técnico Pierre Waché afirmou que a Ferrari é a principal referência do fim de semana e confirmou a insatisfação de Max Verstappen e Isack Hadjar com o comportamento do RB22.
Ferrari domina o segundo treino
Lewis Hamilton fechou o TL2 na frente, garantindo a dobradinha da Ferrari ao lado de Charles Leclerc. Verstappen terminou quase sete décimos atrás do britânico, enquanto Hadjar ficou aproximadamente um segundo distante do melhor tempo.
Equilíbrio sensível ao vento
Segundo Waché, o maior obstáculo foi encontrar um acerto constante para o RB22. O aumento da intensidade do vento entre o TL1 e o TL2 tornou o carro ainda mais instável, dificultando a vida dos pilotos.
“O carro está difícil de pilotar. Qualquer pequena perturbação afeta muito o equilíbrio”, explicou o engenheiro francês, acrescentando que a sensibilidade às mudanças de condição compromete a confiança dos competidores.
Velocidade insuficiente
Além do equilíbrio, a equipe reconhece que falta ritmo para desafiar a Ferrari. Waché descartou soluções imediatas e reforçou que a evolução será gradual.
“Está claro que não somos rápidos o suficiente. Precisamos entender onde estamos e melhorar passo a passo. Não há milagres”, afirmou.
Pilotos insatisfeitos
No encerramento das atividades de sexta, Verstappen e Hadjar relataram desconforto com o carro. Waché admitiu que há “muito trabalho pela frente” para levar o RB22 ao nível desejado antes da classificação de sábado.
Com informações de Autoracing



