Os comissários da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgaram, nesta sexta-feira (data do TL1), os motivos que levaram às decisões tomadas após o incidente envolvendo Max Verstappen (Red Bull) e Carlos Sainz (Ferrari) na curva 12 do primeiro treino livre (TL1) para o Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1.
Na ocasião, Verstappen iniciou uma volta rápida e encontrou Sainz na linha ideal. Pelo rádio, o holandês acusou o espanhol de tê-lo bloqueado e de frear repentinamente, obrigando-o a desviar para evitar contato. Sainz justificou que não recebeu os avisos de aproximação porque o cabo do rádio se soltou, impossibilitando a comunicação com a equipe.
Advertência para Sainz
Após analisar as imagens e ouvir os depoimentos, a FIA concluiu que Sainz reduziu a velocidade na trajetória principal para aquecer os freios sem ter confirmação da equipe, o que acabou prejudicando Verstappen. Por se tratar de treino livre e por não ter havido risco significativo, os comissários aplicaram apenas uma advertência ao piloto da Ferrari.
Verstappen absolvido
Depois de desviar de Sainz, Verstappen freou forte na curva 12 e gesticulou em sinal de irritação. A manobra foi investigada por possível “pilotagem errática”, mas a FIA entendeu que o holandês precisou sair do traçado para evitar o rival e não houve prejuízo a outros competidores. Dessa forma, nenhuma sanção foi imposta ao campeão mundial.
Segundo episódio sem punição
Sainz voltou a ser investigado mais tarde, desta vez na curva 9, após ultrapassar Gabriel Bortoleto e reduzir consideravelmente a velocidade. O espanhol alegou que sua volta rápida já estava comprometida antes da curva e que apenas abortou a tentativa. Os comissários aceitaram a explicação e arquivaram o caso sem penalidades adicionais.
Com isso, o resultado do primeiro treino livre seguiu inalterado, mantendo somente a advertência formal a Carlos Sainz.
Com informações de F1Mania.net



