A Ferrari deixou o Grande Prêmio da Hungria, último compromisso antes da pausa de verão da Fórmula 1, com sensação de frustração. Mesmo reconhecendo avanços no carro, a equipe admitiu que falhas na classificação e na corrida comprometeram um resultado que parecia promissor.
Charles Leclerc terminou em quarto lugar, uma posição à frente de Lewis Hamilton, mas avaliou que o potencial era maior. “Perdemos posições logo na largada e, num circuito onde ultrapassar é complicado, não conseguimos recuperar”, explicou o monegasco. Ele também citou dificuldade de aderência e a sensibilidade dos pneus como fatores que limitaram o desempenho.
Leclerc acrescentou que o ritmo apresentado na sexta-feira criou expectativas acima do que se confirmou na sessão de classificação, quando ficou claro que a tarefa seria mais dura. Ainda assim, destacou o trabalho feito em Maranello e as atualizações que já renderam duas vitórias à escuderia em 2023.
Hamilton compartilhou a avaliação de que havia margem para mais. O britânico agradeceu o esforço da equipe ao longo da primeira metade do campeonato, mas considerou “decepcionante” sair de Hungaroring com tão pouco retorno. Apesar das últimas perdas de pontos, o heptacampeão mantém a vice-liderança da tabela e mostrou confiança para a retomada da temporada.
O chefe de equipe, Fred Vasseur, foi direto: “A corrida não foi boa para nós, com muitos problemas e erros, mesmo que o primeiro tenha ocorrido ontem, na classificação”. Ele citou a perda de posições de Leclerc na primeira curva e escolhas estratégicas durante a prova. Como ponto positivo, ressaltou a diminuição da diferença para a Mercedes. “Agora é hora de recarregar as baterias antes da segunda metade do campeonato”, concluiu.
Com informações de F1Mania.net



