Em artigo de opinião publicado às 20h19 de segunda-feira, 6 de outubro de 2025, no site Autoracing, o colaborador Allan Ferreira utilizou o conceito popular de “alfa” e “beta” para caracterizar personalidades dentro da Fórmula 1. Segundo o texto, a equipe McLaren serviria de “berço dos betinhas”, expressão usada para descrever os pilotos Lando Norris e Oscar Piastri.
Ferreira inicia explicando a divisão estereotipada de comportamentos masculinos em “alfa” e “beta” — ou “betinha” — afirmando que cerca de 80 % dos homens se enquadrariam no segundo grupo. O autor descreve o “alfa” como confiante e impositivo, enquanto o “betinha” seria cuidadoso e inseguro.
Perfis atribuídos aos pilotos
No artigo, Lando Norris é apresentado como o “betinha brincalhão”, piloto rápido e carismático, porém de postura leve, com propensão a pedir desculpas após incidentes na pista. Já Oscar Piastri é rotulado como o “betinha analítico”, focado em detalhes técnicos e mais reservado na comunicação via rádio.
Em contraste, os campeões Max Verstappen (Red Bull) e George Russell (Mercedes) são apontados como exemplos de “alfa” — respectivamente descritos como “tosco” e “gentleman” — por exibirem segurança e agressividade em disputas.
Impacto na dinâmica da McLaren
Ferreira sustenta que o chefe da McLaren, Andrea Stella, atuaria quase como mediador de “terapia de casal” para administrar a convivência entre seus dois jovens pilotos. O colunista argumenta que, em um esporte marcado por ousadia, o duelo interno entre Norris e Piastri ofereceria menos emoção ao público do que confrontos envolvendo perfis considerados “alfa”.
O texto termina afirmando que a rivalidade na McLaren representa, na visão do autor, um “anticlímax” para quem espera disputas mais intensas na Fórmula 1.
Com informações de Autoracing



