Terça-feira, 7 de outubro de 2025 – 09h12
A Fórmula 1 caminha para recusar a inscrição de uma 12ª equipe que teria Christian Horner à frente do projeto, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (7).
Processo contra ex-funcionária é encerrado
O ex-chefe da Red Bull solucionou a disputa judicial com uma ex-funcionária que o acusava de má conduta. De acordo com o jornal De Telegraaf, a ação foi retirada após um acordo que envolve vários milhões de euros, encerrando o último entrave para o retorno de Horner ao paddock.
Indenização e liberação contratual
Fontes citadas pela publicação afirmam que Horner recebeu cerca de 100 milhões de euros quando deixou a Red Bull. Com isso, está livre de obrigações contratuais e poderá assumir novos compromissos a partir de meados de 2026.
Planos para voltar com mais poder
Enquanto concluía o acordo judicial, Horner já discutia possibilidades futuras. O comentarista da Sky F1, Martin Brundle, relatou em Singapura ter conversado pessoalmente com o britânico. Segundo ele, Horner pretende retornar apenas se puder ocupar um posto que lhe garanta controle semelhante ao exercido por Toto Wolff na Mercedes, combinando liderança esportiva e participação acionária.
Compra de participação ou equipe do zero
Entre as opções analisadas estão a aquisição de parte de uma estrutura já existente ou a fundação de um time totalmente novo. Contudo, criar uma nova escuderia enfrenta resistência significativa dentro da categoria.
Pressão contra uma 12ª equipe
Atualmente, equipes e acionistas da Fórmula 1 pressionam a FIA para impedir o ingresso de mais um competidor. De acordo com Brundle, o grupo majoritário teme diluição de receitas e aumento de despesas, o que torna improvável a aprovação de uma nova inscrição no calendário atual.
Diante desse cenário, a volta de Horner dependerá de negociações que lhe permitam entrar no grid sem ampliar o número total de participantes.
Com informações de Autoracing



