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Mailbag da RACER destaca chance de Mick Schumacher na Indy, testes em Phoenix e planos de Colton Herta na F2

A edição de 22 de outubro da coluna “Mailbag” do site norte-americano RACER, assinada por Marshall Pruett e Chris Medland, reuniu uma série de temas que vão de possíveis mudanças no grid da IndyCar a detalhes sobre o calendário da categoria e movimentações de pilotos rumo à Fórmula 1.

Schumacher tem vaga aberta na Rahal se optar pela Indy

Marshall Pruett revelou que Mick Schumacher terá lugar garantido na Rahal Letterman Lanigan Racing caso decida migrar para a IndyCar em 2026. O time avalia a rescisão do contrato de Devlin DeFrancesco, cujo acordo dependeria de metas de desempenho não cumpridas após o 26º lugar no campeonato. O alemão já testou um carro da categoria e afirma que só aceitará avançar nas negociações após experimentar um oval, etapa considerada essencial para sentir o pacote completo da série.

IndyCar mira datas pós-NFL após audiência da NHRA

Pruett citou a média de 2.065.000 telespectadores que a NHRA obteve ao ser exibida logo após um jogo da NFL na FOX. O resultado reforçou a possibilidade de a IndyCar negociar, a partir de 2027, provas dominicais em setembro e outubro imediatamente depois da rodada final da NFL na emissora. O calendário de 2026 já está fechado.

Phoenix recebe testes em novembro e janeiro

A volta da IndyCar ao oval de Phoenix, dentro de um fim de semana conjunto com a NASCAR, terá um primeiro teste de pneus no início de novembro (data a confirmar) e outro, já com o grid completo, em janeiro. Segundo fonte ouvida pelo RACER, a corrida de sábado será disputada à tarde, em horário de destaque na TV, e não mais na faixa da manhã.

Flow-vis quase ausente na Indy desde 2012

Questionado sobre o uso da tinta de visualização de fluxo aerodinâmico (flow-vis), Pruett disse não se lembrar de casos recentes na IndyCar. Com carroceria padronizada desde 2018 e sem novas peças em testes públicos, as equipes praticamente dispensaram o recurso desde o lançamento do Dallara DW12 em 2012.

Colton Herta acerta com Hitech e analisa presença nas 500 Milhas

Chris Medland confirmou a ida de Colton Herta para a equipe Hitech Grand Prix na Fórmula 2 em 2026. A eventual participação do norte-americano nas 500 Milhas de Indianápolis continua em discussão, mas ainda sem decisão. Para Pruett, a prioridade do piloto é somar pontos para a superlicença da F1, o que tornaria o programa na Indy um acréscimo de pouco retorno esportivo.

Indy em Road Atlanta segue limitada por segurança do traçado

Em resposta a leitor que comparou a infraestrutura de público do IMSA Petit Le Mans com a prova da Indy em Barber, Pruett lembrou que Road Atlanta precisaria de profundas adequações de segurança para receber carros da IndyCar, mais leves e velozes que os protótipos GTP.

Mercado: pilotos pagantes e atrasos de patrocinadores

O jornalista elucidou como pilotos que levam patrocínio próprio, caso de Conor Daly, recebem porcentagem dos valores aportados e, por isso, mantêm renda durante a entressafra. Ele citou casos recorrentes de atraso ou calote de patrocinadores, que podem deixar competidores sem parte do salário acertado.

Donos de equipe preferem motores V8 turbo ou velhos V10 da F1

Ainda segundo Pruett, dirigentes da IndyCar veem com bons olhos o retorno de motores V8 turbo usados na era CART ou mesmo a adaptação de antigos V10 e V12 da Fórmula 1. Houve quem cogitasse unidades da categoria IMSA GTP, mas apenas o propulsor da Acura caberia no chassi atual.

Superlicença: metas mínimas para Herta

Medland detalhou os pontos que Colton Herta precisa somar para chegar à Fórmula 1 em 2028. O piloto tem 34 pontos atualmente e, caso não obtenha outros resultados, precisará terminar entre os quatro primeiros na F2 de 2026 ou contar com participações em treinos livres de F1 para completar os 40 exigidos.

McLaren nega punição a Norris por pit stop lento

Surgiu a hipótese de que Lando Norris teria recebido pit stops deliberadamente mais lentos em Austin como punição pelo toque em Oscar Piastri em Cingapura. Medland refutou a teoria, afirmando que a equipe priorizaria outras ações internas a afetar diretamente o tempo de prova do britânico.

Com informações de RACER

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