Stuttgart (Alemanha) – O chefe da Mercedes, Toto Wolff, revelou neste sábado, 13 de setembro de 2025, por que as tratativas para levar Max Verstappen à equipe não prosperaram. Segundo Wolff, apesar do interesse recíproco, as condições exigidas por ambas as partes não foram alcançadas.
“As conversas nunca chegaram a um ponto em que pudéssemos seguir adiante”, declarou o austríaco. “O debate não era apenas ‘temos uma chance?’, e sim ‘faz sentido para a Mercedes?’ e ‘faz sentido para Verstappen?’. Por isso o acordo nunca se desenvolveu.”
Verstappen já havia confirmado, antes da pausa de verão, sua permanência na Red Bull para 2026, encerrando os rumores sobre uma possível transferência. Wolff, entretanto, afirmou que sondar a situação de um campeão mundial era obrigação de qualquer equipe de ponta. “Qualquer piloto diria que, hoje, Max é provavelmente o melhor”, comentou.
A Mercedes ainda não oficializou sua dupla para a próxima temporada, mas a tendência é manter George Russell e o estreante Kimi Antonelli. Wolff frisou que não pretendeu pressionar os atuais titulares enquanto verificava alternativas.
O dirigente reiterou não ter receio de alinhar dois grandes nomes no mesmo carro. Ele citou o período em que Nico Rosberg e Lewis Hamilton dividiram a equipe como exemplo de estratégia focada em desempenho máximo. “Precisamos dos dois melhores pilotos possíveis. Não tenho medo de colocá-los juntos”, concluiu.
Com informações de Autoracing



