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Red Bull minimiza saída de dirigentes históricos e diz estar pronta para a nova fase da F1

O CEO do grupo Red Bull, Oliver Mintzlaff, afirmou que a equipe não vê motivo para preocupação após a recente saída de figuras-chave como Adrian Newey, Jonathan Wheatley, Christian Horner e Helmut Marko. Em entrevista ao jornal De Telegraaf, o dirigente declarou que todas as posições já estão sendo preenchidas “de forma adequada”.

Mudança de cultura

Mintzlaff, que assumiu o comando da companhia em 2022 após a morte de Dietrich Mateschitz, reconhece o impacto simbólico das saídas, mas defende que mudanças são essenciais para manter a competitividade. “Na Alemanha, Áustria e talvez na Holanda as pessoas não gostam muito de mudanças, mas eu gosto, porque sei que elas nos tornam melhores”, comentou.

Reestruturação interna

A temporada passada marcou o encerramento de um ciclo para o time de Milton Keynes, que viu seu domínio esportivo na Fórmula 1 chegar ao fim com a perda do título de pilotos e a vitória dupla da McLaren em Abu Dhabi. Internamente, a equipe decidiu antecipar ajustes antes da nova regulamentação de 2026.

O afastamento de Christian Horner em julho foi o passo mais visível. Embora o britânico tenha sido inocentado de acusações de comportamento inadequado, Mintzlaff diz que a decisão se baseou em critérios objetivos de desempenho e liderança. “Não apertamos o botão por duas ou três corridas ruins; julho foi o momento certo”, explicou.

Encerramento de ciclo para Marko

A saída de Helmut Marko, anunciada após o Grande Prêmio de Abu Dhabi, foi descrita como um desfecho natural. Mentor do programa de jovens pilotos e peça fundamental na ascensão de Max Verstappen, Marko representava um estilo mais confrontador que, segundo Mintzlaff, já não dialoga com a imagem que a F1 busca projetar.

Olho em 2026

Com Laurent Mekies confirmado como novo chefe de equipe, a Red Bull aposta em uma gestão menos focada em embates e mais integrada às diretrizes da categoria. O objetivo declarado é aproveitar a reformulação de motores e regulamentos em 2026 para se reinventar sem depender de ícones do passado.

“Quero mudanças que façam o time crescer. Se tudo estivesse funcionando, eu não mudaria nada”, resumiu Mintzlaff.

Com informações de F1Mania.net

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