Yuki Tsunoda afirmou que só soube oficialmente de sua transferência para a função de piloto reserva da Red Bull Racing logo após o Grande Prêmio do Catar, etapa encerrada em 8 de março, embora até então recebesse sinais de que continuaria na equipe principal em 2026.
Em entrevista à emissora DAZN Japão, o japonês contou que a comunicação o pegou de surpresa devido à proximidade com o anúncio público.
“Eu estava preparado para a possibilidade de não seguir como titular, mas o que me disseram depois da prova no Catar contradizia tudo o que vinha ouvindo internamente”, explicou.
Decisão teria mudado na véspera
Segundo o piloto, integrantes da equipe mencionaram que a definição pode ter sido alterada pouco antes do seu briefing pós-corrida. “Ouvi dizer que a escolha foi revista praticamente na última hora. Devem existir várias razões para isso”, completou.
A vaga ao lado de Max Verstappen acabou entregue a Isack Hadjar, movimento alinhado à ampla reestruturação da Red Bull para o novo regulamento técnico da Fórmula 1 que estreia em 2026.
Impacto contido e foco no curto prazo
Tsunoda, que completa seis temporadas consecutivas no grid sob o guarda-chuva da Red Bull, afirmou que o choque inicial não se prolongou. “Quando me disseram que não teria assento permanente no próximo ano, não foi o fim do mundo. Ainda restava Abu Dhabi, então concentrei-me na corrida seguinte”, disse.
Atividades além do simulador em discussão
Embora 2026 signifique a saída do cockpit em caráter fixo, o japonês revelou conversas para permanecer competitivo. “Existe a chance de eu fazer mais que trabalho de simulador e reserva. Algumas possibilidades já foram apresentadas”, adiantou.
Por ora, o plano imediato é simples. “Vou descansar, recuperar o físico e a mente, e depois começar a me preparar para a próxima temporada”, concluiu.
Com informações de F1Mania.net



