Jacques Villeneuve, campeão mundial de 1997, comentou as chamadas “regras papaya” adotadas pela McLaren para a temporada 2025 da Fórmula 1. Segundo o canadense, o termo criado pela equipe britânica nada mais é que um apelido para diretrizes internas presentes em todas as escuderias.
A McLaren encerrou o último campeonato com amplo sucesso: conquistou o Mundial de Construtores pelo segundo ano consecutivo e viu seus dois pilotos disputarem o título, vencido por Lando Norris. Ao longo do ano, a direção do time reforçou que permitiria a rivalidade na pista, desde que os competidores evitassem acidentes, política batizada de “regras papaya”.
Villeneuve minimizou a novidade. “Ninguém sabe exatamente quais são essas regras; é só um nome que combina com a cor do carro”, afirmou. Para ele, todas as equipes possuem cláusulas semelhantes a fim de impedir toques entre companheiros, mas normalmente não dão um rótulo especial a elas.
O ex-piloto ressaltou ainda que essas orientações não se restringem à gestão da equipe. “No fim das contas, fazem parte dos contratos dos pilotos. É simples assim”, disse. Villeneuve acrescentou que o principal aprendizado para a McLaren foi manter a atenção constante: “Não dá para relaxar, porque sempre existe alguém pronto para surpreender.”
As “regras papaya” geraram debates no paddock durante a temporada, mas, segundo o campeão de 1997, trata-se apenas de uma prática habitual apresentada de forma diferente.
Com informações de F1 Mania



