17 de janeiro de 2026 – 15h30: Helmut Marko afirmou que o contrato de Max Verstappen com a Red Bull não contém cláusulas que permitam ao piloto holandês deixar a equipe antes do término do acordo.
Nos últimos meses, circularam rumores de que o tetracampeão poderia abandonar o time caso não alcançasse metas específicas no Campeonato Mundial de Pilotos. As especulações indicavam que haveria:
- Uma cláusula de saída se Verstappen não figurasse entre os três primeiros antes da pausa de verão de 2025 – situação que não se concretizou, já que o holandês encerrou a primeira metade da temporada em terceiro lugar.
- Novos gatilhos para deixar a equipe em 2027, caso ele não estivesse entre os dois primeiros em 2026, e em 2028, se não liderasse o campeonato em 2027, último ano do contrato atual.
Questionado pelo veículo austríaco OE24 sobre essas supostas condições, Marko foi taxativo: “Nada disso é verdade”. O ex-consultor de automobilismo da Red Bull ressaltou que ele próprio conduziu as negociações com Verstappen e que ambas as partes mantêm “uma relação justa”.
Embora negue cláusulas de saída, Marko reconheceu que o desempenho da nova unidade de potência Red Bull-Ford, programada para estrear em 2026 sob o novo regulamento técnico, terá peso no futuro do piloto. “É lógico que não podemos manter o Max se o novo motor não funcionar”, declarou. “O Max quer continuar perseguindo todos os recordes, mas esse motor representa um risco. Em breve veremos como as coisas realmente estão.”
A Red Bull prepara-se para introduzir seu próprio propulsor, desenvolvido internamente em parceria com a Ford, em um dos maiores desafios técnicos da história da equipe. O sucesso desse projeto pode definir a permanência de Verstappen nas próximas temporadas.
Com informações de Autoracing



