A preparação da Fórmula 1 para o regulamento técnico de 2026 ganhou novos contornos após comentários do ex-piloto britânico e ex-comissário da FIA, Johnny Herbert. Em entrevista a um site de apostas, Herbert relatou ter ouvido que a unidade de potência da Mercedes apresentou problemas de acionamento nas primeiras instalações no carro, chegando a não ligar em uma tentativa inicial.
As informações aumentam a atenção sobre o projeto desenvolvido em Brackley. Desde a divulgação de um possível “truque de compressão” no motor de 2026, rivais e imprensa acompanham de perto os avanços da montadora alemã, temendo eventuais desequilíbrios de desempenho semelhantes aos vistos no início da era híbrida, em 2014, também liderada pela Mercedes.
O novo regulamento exige que a entrega de potência seja dividida quase igualmente entre a parte elétrica e a combustão, impondo desafios inéditos de gerenciamento térmico, recuperação de energia e confiabilidade. Além da Mercedes, Ferrari, Honda, Renault e Red Bull Ford Powertrains trabalham com cronogramas apertados para cumprir as metas antes da abertura do campeonato em 2026, marcada para a Austrália.
Diante das especulações, a FIA agendou uma reunião com todas as equipes para 22 de janeiro. De acordo com um porta-voz da entidade ouvido pelo site GPblog, o encontro é considerado rotineiro e visa alinhar detalhes antes de mudanças regulatórias significativas.
A primeira aparição pública dos carros de 2026 ocorrerá nos testes privados de Barcelona, entre 26 e 30 de janeiro do mesmo ano. Até lá, permanece a expectativa para saber se as dificuldades relatadas por Herbert serão confirmadas ou superadas pelas atualizações da fábrica de Brackley.
Com informações de F1Mania.net



