A McLaren acionou nesta segunda-feira, 19 de janeiro de 2026, às 10h10, a nova unidade de potência que equipará seu carro no Campeonato Mundial de Fórmula 1 de 2026. O primeiro fire-up marca o início de uma etapa decisiva no desenvolvimento do modelo que defenderá o atual bicampeonato de construtores.
Além do título por equipes, a equipe britânica levará o número 1 no bico do monoposto graças à conquista do campeonato de pilotos por Lando Norris na temporada passada — feito que encerrou 34 anos sem títulos consecutivos para a McLaren.
Mudança de regulamento amplia desafios
A estreia do novo motor ocorre em meio à maior reformulação técnica já vista na categoria. A partir de 2026, metade da potência virá do motor a combustão e os outros 50% serão gerados por componentes elétricos. O MGU-H foi abolido, e o MGU-K assumirá papel central na recuperação e no uso de energia, exigindo novas estratégias de gerenciamento ao longo das voltas.
Parceria mantida com a Mercedes
Diferentemente de rivais que trocaram de fornecedor, a McLaren segue com a Mercedes para o novo ciclo regulamentar. Analistas consideram que a persistência no acordo pode render vantagem inicial, já que se espera que a marca alemã produza uma das unidades de potência mais competitivas da próxima era.
O vídeo do primeiro teste de ignição foi divulgado nas redes sociais do time. Nas imagens, o chefe de equipe Andrea Stella aparece satisfeito com o resultado, sinalizando confiança no rumo adotado para enfrentar os desafios técnicos que virão.
Com informações de Autoracing



