A Fórmula 1 teve uma quarta-feira movimentada, em 25 de fevereiro, com decisões de bastidor que influenciam a preparação para a temporada 2026. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgou detalhes sobre os limites e as penalidades que serão aplicados às novas unidades de potência, enquanto equipes e fabricantes buscam desempenho sem ultrapassar o regulamento.
Conforme a entidade, serão monitorados diversos parâmetros de operação dos motores híbridos. O descumprimento das margens estabelecidas poderá gerar sanções esportivas e financeiras. O esclarecimento chega no momento em que as fornecedoras finalizam as últimas evoluções antes do prazo de homologação, fixado para 1º de março.
Mercedes promete mesma especificação a clientes
Nos boxes, a Mercedes sinalizou que equiparará a especificação do motor entregue ao time oficial e às equipes clientes logo na etapa de abertura, na Austrália. McLaren, Williams e Alpine receberão a versão mais potente do propulsor, a mesma testada pela escuderia de fábrica na pré-temporada no Bahrein. Pela regra, uma vez homologada, a unidade de potência deve ser fornecida ao restante dos parceiros sem alterações.
Honda encontra causa de falha na Aston Martin
Do lado da Aston Martin, a Honda identificou a origem do problema que interrompeu o teste de Fernando Alonso no Bahrein. A falha foi atribuída à bateria do sistema híbrido, que provocou aumento repentino de rotações antes da parada do carro. Embora mapeado, o defeito não possui solução imediata e restringiu o programa de pista, afetando também o monoposto de Lance Stroll.
Ecclestone aponta meta de Hamilton
Fora das pistas, Bernie Ecclestone voltou a colocar Lewis Hamilton em evidência ao afirmar que o britânico não pretende se aposentar antes de conquistar o oitavo título mundial. A declaração reforça a pressão e a expectativa sobre o heptacampeão, que vê na mudança de regulamento uma oportunidade para alcançar o feito histórico.
Com informações de F1Mania



