Mercedes, McLaren e a fornecedora de pneus Pirelli, entre outras participantes da Fórmula 1, enfrentam dificuldades para deixar o Bahrein depois que o espaço aéreo local foi fechado em razão de recentes ataques na região. A medida de segurança interrompeu praticamente todo o tráfego aéreo no Golfo Pérsico e inviabilizou a sessão de testes de pneus que estava marcada para o país.
O aumento da tensão veio após um ataque atribuído ao Irã contra território bareinita. Desde então, as equipes concentram esforços na evacuação de funcionários, mas, até o momento, nenhuma das tentativas de repatriação teve sucesso. Detalhes das operações permanecem sob sigilo por motivos de segurança.
A prioridade é deslocar os integrantes das equipes para a Austrália, onde ocorrerá o primeiro Grande Prêmio da temporada de 2026. Contudo, com o espaço aéreo fechado, a saída imediata do Bahrein não é viável. De acordo com fontes ligadas às escuderias, as autoridades locais não colocaram o pessoal da F1 entre as primeiras prioridades de embarque.
Veículos de comunicação do Oriente Médio estimam que os voos comerciais só possam ser retomados a partir de 7 de março, informação que ainda carece de confirmação oficial. Enquanto aguardam novidades, mecânicos, engenheiros e alguns pilotos permanecem abrigados em hotéis na capital Manama. Todos estão seguros, segundo representantes das equipes.
Nyck de Vries, escalado para participar dos testes com a McLaren, usou as redes sociais para mostrar parte de sua rotina durante o período de espera, incluindo treinos na academia e outras atividades para preencher o tempo livre inesperado.
Com informações de F1Mania.net



