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GP da Austrália abre 2026 com testes decisivos para Mercedes, Ferrari e Aston Martin

Marcado para o início de março, o Grande Prêmio da Austrália de 2026 inaugura a nova temporada da Fórmula 1 e promete esclarecer três temas que dominaram a pré-temporada: a real força da Mercedes, o potencial da Ferrari e a situação da Aston Martin.

Mercedes sob escrutínio

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) encerrou recentemente a polêmica sobre a “taxa de compressão” dos motores. A partir de 1º de junho, técnicos passarão a medir as unidades de potência também a 130 °C, e não apenas em temperatura ambiente. Espera-se que, nesse cenário, a taxa de compressão do propulsor da Mercedes suba de 16:1 para 18:1.

Embora Toto Wolff tenha inicialmente apontado a Red Bull como favorita, o dirigente recuou e mencionou a possibilidade de quatro equipes brigando pelo topo. Como a Mercedes não realizou uma simulação completa de classificação nos testes, Melbourne servirá de termômetro para revelar o verdadeiro desempenho do W17.

Ferrari em ascensão?

O novo SF-26 chamou atenção nos ensaios de Barcelona e Bahrain graças à alta quilometragem e à confiabilidade do motor, sugerindo margem para mais potência. Charles Leclerc reforçou a impressão ao cravar várias voltas rápidas no fim da última sessão no Oriente Médio.

O carro apresenta soluções técnicas pouco usuais na equipe italiana: traseira mais agressiva, pequena aleta sobre o difusor e uma asa traseira rotativa. A prova australiana mostrará se a escuderia conseguiu, enfim, entregar a Leclerc e Lewis Hamilton um equipamento capaz de brigar na dianteira.

A incógnita Aston Martin

Considerada a maior decepção dos testes, a Aston Martin chegou a ser apontada como possível ausente em Melbourne, boato negado por fontes internas. Mesmo contando com nomes como Adrian Newey e a parceria com a Honda, o AMR26 parece longe do nível esperado.

Fernando Alonso e Lance Stroll ainda não sabem até onde poderão levar o carro na abertura do campeonato. Caso o desempenho fique muito aquém dos rivais, a equipe de Silverstone deve enfrentar dura crítica já na primeira etapa.

O GP da Austrália, portanto, servirá como primeira leitura real do impacto do novo regulamento e da hierarquia entre as principais escuderias de 2026.

Com informações de Autoracing

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