A Ferrari pretende adotar uma abordagem agressiva no Grande Prêmio da China, marcado para o fim de semana de 12 a 14 de março de 2026, na tentativa de encerrar um jejum de vitórias que já dura mais de 500 dias.
Nova asa “Macarena” estreia em Xangai
O time de Maranello levará ao circuito de Xangai uma nova asa traseira, batizada internamente de “Macarena”. A peça foi projetada para gerar um ganho extra de desempenho, possibilitando um duelo mais direto com a Mercedes, principal rival no início da temporada.
Software revisado para gerenciamento de energia
Além do componente aerodinâmico, a equipe introduzirá uma atualização de software destinada a otimizar o gerenciamento do MGU-K. A intenção é melhorar a recarga e a liberação de energia em curvas de média velocidade, mantendo a rotação do motor elevada e reduzindo o superclipping nas longas retas de Xangai.
Fontes internas relatam, contudo, que testes realizados no Bahrein identificaram possíveis efeitos colaterais: microderrapagens e perda de estabilidade, exigindo respostas rápidas dos pilotos e ajustes finos no acerto do carro.
Cenário competitivo
No Grande Prêmio da Austrália, prova anterior do calendário, Charles Leclerc conquistou o terceiro lugar, enquanto Lewis Hamilton terminou em quarto. O heptacampeão britânico afirmou acreditar que poderia ter ultrapassado Leclerc com algumas voltas adicionais.
Desafio do fim de semana Sprint
O GP da China será disputado sob formato Sprint, o que limita a Ferrari a apenas uma sessão de treinos livres antes da qualificação. Consequentemente, a margem para correções na nova configuração será mínima.
A escuderia aposta que a combinação da asa “Macarena” e do software atualizado possa fornecer a vantagem necessária para brigar pela vitória em Xangai, ciente de que uma falha poderá comprometer todo o fim de semana.
Com informações de AutoRacing



