Lance Stroll afirmou que a Aston Martin precisa aumentar o tempo de pista durante o fim de semana do Grande Prêmio da China de Fórmula 1, marcado para 13 a 15 de março no Circuito Internacional de Xangai.
De acordo com o canadense, a equipe soma cerca de 150 voltas a menos que as rivais desde o início dos trabalhos em Barcelona. “Esperávamos fazer mais voltas”, disse o piloto, ressaltando que o time “ainda não consegue trabalhar normalmente”.
Stroll explicou que o principal desafio é simplesmente colocar o carro no asfalto de forma confiável. “Estamos lutando com muitos problemas. Até completar voltas é difícil, então não é o fim de semana normal em que você chega pensando em competir e brigar por pontos”, declarou.
Problemas desde a pré-temporada
As dificuldades começaram no shakedown em Barcelona e continuaram nos testes no Bahrein. O chefe de equipe Adrian Newey revelou que nem Stroll nem Fernando Alonso conseguiram completar stints longos, devido a fortes vibrações que poderiam causar danos permanentes nos nervos das mãos.
Outro obstáculo relatado foi a limitação de componentes da unidade de potência: a Honda dispunha de apenas duas baterias para todo o fim de semana do GP da Austrália. Na corrida de Melbourne, Alonso abandonou após 21 voltas e Stroll concluiu a prova 15 voltas atrás, totalizando 43 passagens não consecutivas.
Foco em confiabilidade
Apesar das dificuldades, Stroll afirma que sua postura permanece a mesma. “Entro no cockpit e tento extrair o máximo do volante e dos pedais”, comentou. “Mas, neste fim de semana, precisamos resolver vibração, confiabilidade, colocar o carro na pista, ganhar quilometragem.”
O canadense concluiu destacando a necessidade de recuperar o prejuízo. “Estamos muito atrás da concorrência em número de voltas desde o primeiro dia em Barcelona. Se conseguirmos ficar mais tempo na pista neste fim de semana, já será um grande passo.”
Com informações de F1Mania.net



