Uma série de movimentações nos bastidores da Fórmula 1 passou a apontar Andrea Stella, atual chefe de equipe da McLaren, como candidato a assumir o comando da Ferrari em 2028, no lugar de Frédéric Vasseur.
O cenário ganhou força depois da confirmação de que Gianpiero Lambiase, engenheiro de performance da Red Bull Racing, deixará Milton Keynes para integrar o quadro da McLaren em 2028. Caso Lambiase receba uma função de liderança em Woking, a equipe poderia realocar Stella, abrindo espaço para o retorno do italiano a Maranello.
Carreira marcada por títulos na Ferrari
Stella ingressou na Ferrari em 2000 e foi engenheiro de performance de Michael Schumacher entre 2002 e 2006, período em que a equipe dominou a categoria. Em seguida, trabalhou com Kimi Räikkönen (2007–2008) e, posteriormente, tornou-se engenheiro de corrida de Fernando Alonso de 2010 a 2014.
Ascensão na McLaren
Após deixar a Ferrari em 2015, o engenheiro iniciou trajetória na McLaren que culminou em sua promoção a chefe de equipe em 2023. Sob sua direção, a escuderia voltou ao topo: conquistou os Mundiais de Construtores de 2024 e 2025, além do título de pilotos de Lando Norris em 2025.
Decisão envolve riscos e laços emocionais
Hoje, Stella faz parte de uma estrutura considerada sólida, ao lado de Zak Brown e Rob Marshall, responsáveis pela recuperação da McLaren após anos de queda de desempenho, especialmente no período de parceria com a Honda. Deixar esse ambiente competitivo representaria um risco, ainda que o prestígio de comandar a Ferrari pese na balança.
O vínculo emocional também é relevante: mais da metade da carreira de Stella foi construída em Maranello, onde ele já domina a cultura e o idioma da equipe italiana. Contudo, com a Fórmula 1 prestes a estrear um novo regulamento técnico, o equilíbrio de forças até 2028 segue imprevisível, o que adia definições sobre o futuro do engenheiro.
Com informações de F1Mania.net



