São Paulo, 26 de dezembro de 2025 – O ex-chefe da Ferrari, Mattia Binotto, avaliou os projetos de motor da Red Bull e da Audi para a temporada de 2026 da Fórmula 1. Em declarações concedidas à agência Reuters, o dirigente de 56 anos destacou a experiência técnica dos alemães, mas recomendou cautela nas expectativas.
“Eles têm competências muito particulares. Temos o histórico da Audi e o conhecimento da Audi. No longo prazo, isso certamente fará a diferença”, afirmou Binotto.
Motores de 2026 em debate
Nas últimas semanas, o paddock intensificou as discussões sobre as unidades de potência que estrearão em 2026. Enquanto os projetos de Mercedes e Red Bull recebem ampla atenção, o propulsor da Audi desperta curiosidade, sobretudo porque a montadora apresentará seu primeiro carro de Fórmula 1 em janeiro de 2026.
Expectativa moderada
Apesar do otimismo em torno do programa alemão, Binotto alertou que o entusiasmo pode estar “um pouco exagerado” e lembrou que 2026 marcará a estreia da Audi na categoria. “Precisamos de paciência. Ainda estamos na fase de construção. Não espero ter o melhor motor no próximo ano, e tudo bem. Nossas metas estão definidas para 2030. Não queremos ser a grande surpresa logo no primeiro ano”, explicou.
Ao reforçar que a comparação entre os projetos ainda é complexa, Binotto ressaltou que a experiência da Audi no desenvolvimento de motores pode representar vantagem competitiva ao longo do novo ciclo de regulamentos.
Com informações de Autoracing



