A Red Bull Racing iniciou a temporada 2026 da Fórmula 1 sob nova direção e já mostra mudanças perceptíveis internamente, segundo o ex-piloto e comentarista Karun Chandhok. Para ele, a equipe “parece outra” após a saída de Christian Horner, que deixou o cargo de chefe de equipe no meio do campeonato de 2025.
Horner foi substituído por Laurent Mekies, promovido depois de comandar a Racing Bulls. O novo chefe estreia em seu primeiro ano completo no time principal justamente na estreia dos regulamentos técnicos de 2026.
A reestruturação inclui também a chegada do francês Isack Hadjar ao cockpit ao lado de Max Verstappen. Hadjar volta a trabalhar com Mekies, com quem já dividiu boxes na equipe-irmã.
Mudança de clima
Chandhok avalia que a troca no comando, somada à saída do consultor Helmut Marko, criou um ambiente menos pressionado em Milton Keynes. “É uma equipe muito diferente. Agora Christian Horner saiu, Helmut Marko saiu. Este é o primeiro ano completo da era Laurent Mekies na Red Bull. Acho que talvez seja um ambiente com menos pressão”, comentou o indiano.
Confiança para Hadjar
Para o analista da televisão britânica, reencontrar Mekies pode beneficiar o estreante francês: “Deve ser um fator de confiança”, apontou. Mesmo em um início de campeonato considerado complicado para o time, Chandhok observa adaptação positiva do jovem piloto.
O ex-competidor citou o caso de Liam Lawson, que ganhou apenas duas corridas para mostrar serviço, como exemplo de estratégia que não funcionou. “Isso nunca vai funcionar”, declarou.
Papel claro ao lado de Verstappen
Chandhok acredita que a Red Bull não exige que Hadjar supere Verstappen, mas que mantenha desempenho próximo. “Eles não precisam que ele supere Max. Precisam que ele esteja um ou dois décimos atrás e, em um dia em que o Max tenha um problema, que ele esteja lá”, explicou.
Até o momento, Chandhok considera que Hadjar cumpre a expectativa: “Basta ficar logo atrás de Max, e até agora Isack tem feito isso”, concluiu.
Com informações de F1Mania.net



