A segunda sessão de treinos livres para o Grande Prêmio do Japão expôs um problema significativo de super-clipping em Suzuka, com as equipes registrando queda média de 53,4 km/h no trecho entre a curva 130R e a chicane final, mesmo com o acelerador totalmente pressionado. O cenário, observado nesta sexta-feira (data conforme calendário do evento), pode interferir diretamente no restante do fim de semana.
Desempenho nas duas sessões
No TL1, George Russell foi o mais rápido, seguido pelo companheiro de equipe Kimi Antonelli e pelo atual campeão de 2025, Lando Norris. À tarde, Oscar Piastri liderou o TL2, encerrando um dia positivo para a McLaren.
Reações dos pilotos
Russell e Lewis Hamilton destacaram a perda de velocidade como um desafio extra no terceiro setor. Hamilton classificou a situação como “desafiadora”, enquanto outras equipes também demonstraram preocupação com a eficiência energética no circuito japonês.
Números detalhados
Dados de telemetria divulgados pelo perfil F1 Holiness mostram a extensão do super-clipping:
- Nico Hülkenberg – perda de 46 km/h (menor índice do grid);
- Gabriel Bortoleto – 51 km/h;
- Lando Norris – 52 km/h;
- Kimi Antonelli, Max Verstappen e Charles Leclerc – 53 km/h cada;
- George Russell – 54 km/h;
- Oscar Piastri – 55 km/h;
- Lewis Hamilton – 58 km/h;
- Fernando Alonso, Carlos Sainz, Pierre Gasly, Lance Stroll – acima de 60 km/h;
- Franco Colapinto – mais de 70 km/h (maior perda registrada).
Com esses números, o gerenciamento de energia desponta como ponto-chave para classificação e corrida, especialmente em um traçado que valoriza velocidade em curvas de alta e eficiência aerodinâmica.
Com informações de F1Mania.net



