Lewis Hamilton admitiu não ter parâmetros claros para o Grande Prêmio do Japão depois de um defeito eletrônico comprometer sua volta decisiva na classificação deste sábado (28), em Suzuka. Mesmo com o contratempo, o britânico largará em sexto lugar, seu melhor posicionamento no circuito desde 2022.
Erro no algoritmo prejudica o uso da bateria
No Q3, uma saída de traseira alterou o algoritmo que gerencia a liberação de energia da bateria, controlado por software. Sem conseguir restabelecer o sistema a tempo, Hamilton perdeu cerca de dois décimos e meio na reta oposta.
“O Q1 foi razoável e evoluímos sessão a sessão, mas estamos muito distantes dos carros da frente. Extraí o máximo que pude”, declarou o heptacampeão.
Panorama incerto para o domingo
Hamilton revelou não ter referências de ritmo de corrida porque não esteve perto de outros veículos nas simulações. Ele destacou ainda que Suzuka oferece poucas oportunidades de ultrapassagem, o que pode tornar a prova mais travada do que a disputada na China.
Enquanto isso, Charles Leclerc, seu companheiro na Ferrari, mostrou ritmo superior ao longo da classificação. A equipe italiana trava disputa direta com a McLaren pelo status de segunda força, atrás da dominante Mercedes. Hamilton também ressaltou a evolução da escuderia britânica com a unidade de potência alemã e reconheceu limitações no chassi da Ferrari neste fim de semana.
O Grande Prêmio do Japão acontece neste domingo, em Suzuka, e definirá se a Ferrari conseguirá reduzir a diferença para Mercedes e McLaren no Mundial de Construtores.
Com informações de Autoracing



