O destino de Lewis Hamilton após a temporada 2026 deverá definir todo o movimento do mercado de pilotos da Fórmula 1 para 2027. A avaliação é de Dan Fallows, ex-engenheiro-chefe da Red Bull e hoje diretor técnico da Aston Martin, que comentou o tema no podcast “James Allen on F1”.
Segundo Fallows, o heptacampeão de 41 anos ocupa posição comparável à de Fernando Alonso no paddock, mas com foco exclusivo na categoria. Após uma temporada de estreia difícil pela Ferrari em 2025 — na qual não subiu ao pódio nos 24 Grandes Prêmios — questiona-se se o britânico mantém motivação para continuar sem um carro vencedor.
Ponto de partida para o efeito dominó
Fallows acredita que, caso Hamilton anuncie a aposentadoria, o comunicado virá cedo, oferecendo à Ferrari tempo para reagir. A saída do veterano abriria um efeito dominó, forçando outras equipes a revisarem seus planos para o novo regulamento técnico que se aproxima.
Bearman desponta como opção interna
Dentro de Maranello, o nome mais comentado é Oliver Bearman. O britânico de 20 anos acumula quilometragem pela Haas e é visto no paddock como substituto natural se a vaga de Hamilton se confirmar.
Embora Bearman seja o candidato óbvio, Fallows ressalta que várias alternativas apareceriam rapidamente, movimentando assentos ao longo do grid e afetando escuderias que hoje parecem estáveis.
Para o dirigente da Aston Martin, se Hamilton escolher permanecer, o cenário tende a ficar mais calmo até 2027. Porém, qualquer decisão diferente poderá reformular simultaneamente o futuro de diversas equipes.
Com informações de Autoracing



