Lewis Hamilton relatou estar “esmagado” pelo volume de mensagens recebidas desde que anunciou a morte de seu buldogue inglês Roscoe, de 12 anos. O piloto de 40 anos revelou no domingo (29) que precisou sacrificar o animal em razão de complicações de uma pneumonia.
Adotado em 2013 junto da fêmea Coco, Roscoe tornou-se presença constante nos paddocks da Fórmula 1 e acumulou cerca de 1,5 milhão de seguidores nas redes sociais.
“Recebi muitas mensagens, foi realmente avassalador ver quantas pessoas foram tocadas pelo Roscoe ao redor do mundo”, afirmou o heptacampeão. “Não consegui responder a todos, mas foi a coisa mais importante na minha vida e um momento muito difícil.”
Hamilton chegou a Singapura em busca de seu primeiro pódio como piloto da Ferrari. Apesar de agradecer o suporte dos fãs, ele evitou relacionar o resultado do fim de semana à perda do animal. “Há muitas pessoas que merecem um bom resultado — a equipe, os tifosi, todos que me acompanham, especialmente nesta última semana.”
Depois de terminar apenas em oitavo no Azerbaijão, o britânico disse enxergar progresso no carro italiano. “Aprendemos muito nas últimas corridas. A execução não foi perfeita no GP passado, mas espero capitalizar neste fim de semana”, declarou.
Sobre a etapa noturna, Hamilton ressaltou a importância da classificação. “Não sei quão rápidos estarão os outros. Red Bull, McLaren e Mercedes serão fortes, então o quali será fundamental.”
O piloto acrescentou que, embora tenha passado menos tempo que o habitual na fábrica por causa do luto, manteve contato com os engenheiros nos últimos dias e sente-se otimista para a prova.
Com informações de RACER



