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Jonathan Wheatley assume Audi na F1 e reforça liderança “com chave de fenda na mão”

Zurique, Suíça, 2026 – Jonathan Wheatley será o responsável por comandar o projeto da Audi na Fórmula 1 a partir da temporada 2026. Em entrevista concedida ao portal Motorsport Week, o britânico afirmou que a ascensão ao posto de chefe de equipe não decorreu de ambição por cargos, mas de uma paixão de infância: “sou um car guy”.

Trajetória iniciada no box

Wheatley estreou na categoria em 1991 como mecânico da Benetton, quando uma equipe contava com cerca de 100 funcionários. Quase três décadas depois, lembra que hoje “há mais gente em um pit stop do que havia na equipe inteira”. A experiência como mecânico o levou ao cargo de diretor esportivo da Red Bull, função que exerceu por mais de dez anos durante um dos períodos mais vitoriosos da escuderia austríaca.

Filosofia coletiva

Segundo o futuro comandante da Audi, o sucesso está na cooperação: “um grupo forte sempre vence o indivíduo isolado”. Ele rejeita a ideia de liderança centralizadora e afirma que toma a decisão final apenas depois de ouvir o time.

Paixão por clássicos

Fora das pistas, o britânico restaura e dirige carros antigos, como um Porsche 911 do ano de seu nascimento e um Audi Quattro original. “Cada troca de marcha pode punir se você errar”, afirmou, explicando que o trabalho manual com veículos antigos o ajuda a manter a mente focada em processos e detalhes.

Desafio Audi

A montadora alemã estreia como equipe própria em 2026, em meio a novas regras técnicas. Wheatley acredita que a compreensão de processos e a paciência serão decisivas para construir um projeto competitivo desde o zero.

Alinhamento com Gabriel Bortoleto

No planejamento de médio a longo prazo, o nome do brasileiro Gabriel Bortoleto é considerado peça-chave. O piloto chega ao universo da F1 com formação em categorias de base competitivas e perfil técnico que, segundo Wheatley, se encaixa na cultura de mérito e evolução contínua defendida desde a época de Benetton.

Jonathan Wheatley resume sua trajetória como a de alguém que “chegou para trabalhar com carros” e, por isso, se diz pronto para liderar um dos projetos mais ambiciosos da próxima era da Fórmula 1.

Com informações de F1Mania.net

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