Gianpiero Lambiase permanecerá na Red Bull como engenheiro de corrida de Max Verstappen e chefe de operações de pista ao longo da temporada 2026 da Fórmula 1. O futuro do britânico, tema de intensas especulações nos últimos meses, foi definido após discussões internas realizadas durante o inverno europeu.
Ausências e questões pessoais
Interrogações sobre o papel de Lambiase ganharam força depois que ele ficou de fora dos Grandes Prêmios da Áustria e da Bélgica em 2025. Motivos pessoais também explicam a frequência emocional das mensagens de rádio registradas após a etapa final do campeonato passado.
Interesse de outras equipes
O engenheiro de 44 anos chegou a ser cotado por equipes como Aston Martin e Williams. Reconhecido no paddock como um dos profissionais mais qualificados do grid, Lambiase viu suas responsabilidades crescerem nos últimos anos, ampliando o apelo para possíveis contratações.
Contrato até 2027
Apesar da permanência confirmada para 2026, propostas externas não estão descartadas para o futuro. Lambiase possui contrato com a Red Bull até o fim de 2027, e mudanças de engenheiros seniores costumam envolver períodos de “quarentena” ou negociações entre equipes, como ocorreu recentemente com Will Courtenay, liberado antes do término do vínculo para assumir a diretoria esportiva da McLaren.
Reestruturação ao redor de Verstappen
Enquanto o engenheiro segue na escuderia, a Red Bull passa por ajustes no entorno de Verstappen. O analista de dados David Geoffrey Mart migrou para o projeto da Audi na F1, enquanto o engenheiro de performance Tom Hart permanecerá no time austríaco até o fim de 2026 antes de se juntar à Williams em 2027. No setor de mecânicos, Matt Caller — antigo número 1 do carro de Verstappen — foi contratado pela Audi em outubro passado.
A permanência de Lambiase garante a continuidade de uma das parcerias mais bem-sucedidas da categoria, mesmo em meio à transição de bastidores enfrentada pela Red Bull.
Com informações de Autoracing



