A Red Bull Racing pode perder mais um nome histórico da equipe. O mecânico dinamarquês Ole Schack, há mais de 20 anos no time, entregou seu pedido de demissão e discute com a direção o momento exato de sua saída, segundo relatos publicados nesta segunda-feira (10).
Schack ingressou na estrutura ainda nos tempos de Jaguar e acompanhou a transição para a Red Bull, participando da estreia da escuderia no GP da Austrália de 2005. Nas últimas temporadas, tornou-se figura chave no lado da garagem de Max Verstappen, contribuindo para as quatro conquistas consecutivas do holandês na Fórmula 1.
De acordo com fontes próximas ao time de Milton Keynes, o profissional busca “novos desafios” e também foi influenciado pelas recentes alterações internas. Desde o fim de 2025, a Red Bull perdeu o consultor Helmut Marko, o técnico sênior Craig Skinner e o ex-chefe de mecânicos Matt Caller, todos ligados de perto ao carro de Verstappen.
As mudanças chegaram à chefia: Christian Horner deixou o comando no meio da temporada passada e abriu espaço para Laurent Mekies, ex-Racing Bulls. O cenário reforça a sensação de reformulação dentro da estrutura campeã.
Dentro das pistas, o início de 2026 tem sido difícil. Problemas de equilíbrio colocaram a Red Bull apenas na sexta posição do Mundial de Construtores após três etapas, enquanto Verstappen soma 12 pontos e ocupa o nono lugar entre os pilotos.
Se confirmada, a saída de Ole Schack ampliará a lista de baixas e deixará o atual tricampeão mundial com menos um aliado experiente no cotidiano do box.
Com informações de F1Mania.net



