Oliver Mintzlaff, CEO da Red Bull, explicou publicamente por que a equipe decidiu afastar Christian Horner do cargo de chefe após o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, ainda no início da temporada 2025 da Fórmula 1.
Horner dirigia a equipe de Milton Keynes desde 2005, período em que conquistou títulos mundiais com Sebastian Vettel e Max Verstappen. Segundo Mintzlaff, porém, a sequência de resultados abaixo do esperado exigiu uma resposta imediata da direção.
Mudança considerada indispensável
“Estávamos 100% convencidos de que precisávamos agir”, afirmou o executivo ao jornal holandês De Telegraaf. Ele negou que a decisão tenha sido um risco e reforçou que a cúpula avaliou a troca como indispensável para interromper a queda de rendimento.
Pouco depois da saída de Horner, Laurent Mekies assumiu o comando técnico. A alteração coincidiu com a recuperação de desempenho: a Red Bull voltou a lutar pelas primeiras posições e Verstappen encerrou o campeonato apenas dois pontos atrás do campeão, ficando perto do quinto título consecutivo.
Reconhecimento ao legado de Horner
Apesar da mudança, Mintzlaff destacou o impacto do ex-chefe na história da equipe. “Christian tem um histórico fantástico e todos aqui valorizam o que ele fez”, declarou. O dirigente, contudo, ressaltou que uma organização profissional não pode se apoiar apenas em conquistas passadas. “Sentimos que era hora de virar a página e iniciar um novo capítulo”, completou.
Mintzlaff também fez questão de afastar a imagem de gestor que “contrata e demite” sem critério. “Não foi uma decisão fácil, nem tomada da noite para o dia”, concluiu.
Com informações de Autoracing



