10 de abril de 2026, 9h16 – O ex-piloto Juan Pablo Montoya manifestou apoio público à Mercedes no debate que envolve a legalidade da unidade de potência da equipe para o regulamento da Fórmula 1 de 2026.
Regra fixa taxa de compressão em 16:1
O regulamento técnico em vigor estabelece que o motor deve operar com taxa de compressão de 16:1. Nos testes oficiais realizados pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) em ambiente controlado, a Mercedes cumpre exatamente esse parâmetro.
Discrepância em temperatura de pista
Segundo informações de bastidores, a mesma unidade pode alcançar 18:1 quando trabalha nas temperaturas típicas de corrida, o que garantiria ganho de eficiência, sobretudo em curvas de baixa e média velocidade. A FIA avaliou a situação e, embora tenha considerado o propulsor regular, decidiu revisar o procedimento de aferição.
Novo protocolo a partir de 1º de junho
A partir de 1º de junho, a verificação da taxa de compressão passará a ser feita a 130 °C. Qualquer valor diferente dos 16:1 exigidos será detectado de imediato, obrigando todas as equipes a respeitar o limite determinado.
Montoya critica rivais
Para Montoya, as queixas das concorrentes são desproporcionais. “A regra especifica em que temperatura o teste deve acontecer; se o motor é aprovado, está dentro das normas”, disse o colombiano ao site racingnews365.com. Ele lembrou que a categoria sempre valorizou soluções engenhosas dentro dos limites regulamentares. “Esse é o encanto da F1: encontrar caminhos criativos para ser melhor que os outros”, completou.
Montoya ainda sugeriu que as demais equipes busquem alternativas semelhantes em vez de contestar a legalidade do projeto alemão.
Com informações de Autoracing



