Oscar Piastri fez um balanço sincero de seu terceiro ano na Fórmula 1 e definiu 2025 como uma “montanha-russa”. Apesar dos altos e baixos, o australiano afirma que termina o campeonato confiante na evolução da McLaren para 2026.
Ponto alto na Holanda
O momento mais brilhante da temporada aconteceu no Grande Prêmio da Holanda, quando Piastri obteve um Grande Chelem — pole position, vitória, volta mais rápida e liderança de ponta a ponta — feito que a equipe inglesa não conquistava desde Mônaco-1988. Após a prova em Zandvoort, o piloto abriu 34 pontos de vantagem sobre o companheiro Lando Norris e chegou a ficar 104 à frente de Max Verstappen, da Red Bull.
Reviravolta a partir de Monza
A trajetória mudou a partir de Monza: em cinco etapas, Norris anulou o déficit, assumiu a liderança do campeonato e não perdeu mais até confirmar o título. Ao fim de um calendário que igualou o recorde de 24 corridas, Piastri terminou em terceiro lugar, 13 pontos atrás de Norris, que superou Verstappen por apenas dois.
Números do ano
Mesmo com a queda na reta final, Piastri somou sete vitórias — mesma marca de Norris — e manteve a McLaren na briga até as últimas etapas.
Reflexão e expectativas
Em entrevista à emissora australiana 7Sport, o piloto disse que “no geral, há muito do que se orgulhar” e reconheceu que “algumas barreiras pelo caminho” serviram de aprendizado. Ele elogiou o desempenho do carro e reforçou que há espaço para evoluir em 2026.
Com o encerramento de uma campanha intensa e imprevisível, Piastri mantém a confiança de que o título na Fórmula 1 ainda virá e aposta no crescimento contínuo da McLaren para a próxima temporada.
Com informações de Autoracing



