A Red Bull Racing enfrenta um início de temporada complicado na Fórmula 1 de 2026 e, segundo o ex-piloto Ralf Schumacher, a equipe precisará de tempo para retomar o antigo protagonismo. Em entrevista à Sky alemã, o alemão avaliou que o processo de reconstrução deverá levar de dois a três anos.
Depois de terminar 2025 como uma das forças do grid, o time de Milton Keynes ocupa hoje a sexta posição no Mundial de Construtores. O melhor resultado nas três primeiras etapas foi o sexto lugar no Grande Prêmio da Austrália. Nas provas seguintes, na China e no Japão, os carros terminaram apenas em oitavo, além de registrarem alguns abandonos.
A queda de desempenho acompanha mudanças internas relevantes ao longo do último ano. A saída mais recente foi a de Gianpiero Lambiase, engenheiro de corrida de Max Verstappen, confirmada na semana passada. Para Schumacher, a perda de profissionais-chave é um dos pontos que explicam a fase atual.
Recuperação passo a passo
“A Red Bull está passando por uma reconstrução que, na minha opinião, levará de dois a três anos”, afirmou Schumacher. Ele ressaltou a necessidade de contratações estratégicas: “É fundamental identificar talentos e formar uma nova Red Bull. Tenho certeza de que, como equipe jovem e dinâmica, eles conseguirão”.
O ex-piloto reforçou que a paciência será decisiva no retorno à competitividade: “Eles só precisam ser pacientes”.
Possível impacto de uma saída de Verstappen
Schumacher comentou ainda os rumores de que Max Verstappen poderia deixar a equipe diante do cenário atual. Para o alemão, a eventual saída do holandês representaria um golpe esportivo, mas também liberaria orçamento para reforçar o quadro de funcionários: “Certamente poderia ser investido em pessoal que é urgentemente necessário no momento”.
Com um calendário longo pela frente, a Red Bull trabalha para estancar a sequência de resultados modestos e iniciar a recuperação apontada por Schumacher.
Com informações de F1Mania.net



