A Red Bull reconheceu que pode não conseguir entregar seu novo modelo de Fórmula 1 a tempo do primeiro ensaio de pré-temporada, agendado para o fim de janeiro em Barcelona.
Calendário apertado
O engenheiro-chefe Paul Monaghan explicou que o cronograma está “muito apertado”, mas garantiu que a prioridade é colocar o carro para rodar sem recorrer a peças provisórias.
“Vai ser uma grande luta chegar a Barcelona”, afirmou. Ele descartou qualquer plano de levar componentes falsos para confundir rivais: “Se imaginem que vamos aparecer com duas versões de carenagem, uma real e outra falsa, isso não vai acontecer”.
Estrutura dos testes
A temporada 2026 terá três sessões oficiais de pré-temporada. A primeira, em Barcelona, ocorrerá a portas fechadas e será dividida em cinco dias; cada equipe poderá utilizar apenas três deles. Em seguida, haverá mais dois testes, sendo o segundo no Bahrain.
Novo regulamento amplia incertezas
O campeonato estreia um dos pacotes técnicos mais extensos da história, envolvendo aerodinâmica e unidades de potência. Monaghan prevê cautela: “Haverá jogos, como sempre, sobre energia, combustível e quais peças são para corrida ou apenas de lançamento”.
Hierarquia pode surgir só no Bahrain
Para o engenheiro, a primeira noção de forças deve aparecer apenas no segundo teste. Mesmo assim, qualquer avaliação será provisória, já que as equipes pretendem evoluir agressivamente até a etapa de abertura na Austrália.
“Se não ficarmos satisfeitos no Bahrain, isso não significa que esse carro irá para a primeira corrida”, concluiu. Ele também destacou que rivais como Mercedes e Aston Martin seguirão o mesmo ritmo de atualização.
Com informações de Autoracing



