Uma refinaria operada pela Aramco entrou em chamas em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. O incêndio, já controlado, ocorreu poucos dias depois de um ataque coordenado por Estados Unidos e Israel contra o Irã, episódio que tem provocado reflexos diretos no mundo da Fórmula 1.
A Aramco é patrocinadora máster da Aston Martin e parceira global da categoria, tendo inclusive seu nome estampado na equipe britânica. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a instalação envolta em fogo, atribuído a desdobramentos do confronto entre EUA e Irã.
A crise regional já havia impactado a logística da temporada de 2026: voos que partiam de Londres rumo à Austrália, local da prova de abertura, precisaram retornar por questões de segurança. Agora, o incêndio na refinaria reforça o clima de instabilidade que se estende a outros países, como a Arábia Saudita, alvo de retaliações após ataques contra cidades iranianas.
Nesta segunda-feira, 2, o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, divulgou comunicado expressando solidariedade às vítimas do conflito e enfatizou a necessidade de diálogo e da proteção de civis.
Até o momento, não há registro de vítimas na refinaria e a Aramco não divulgou detalhes sobre eventuais danos estruturais ou impacto na produção.
Com informações de F1Mania.net



