Às vésperas do confronto direto contra a Bósnia e Herzegovina, nesta terça-feira (31) em Zenica, a seleção italiana de futebol busca a última vaga europeia para a Copa do Mundo de 2026. O bom momento de atletas do país em outras modalidades tem servido de motivação adicional para o elenco comandado por Gennaro Gattuso.
Fórmula 1
Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, venceu seus dois primeiros Grandes Prêmios – China e Japão – e, no último domingo, tornou-se o primeiro italiano a liderar o Mundial de Pilotos desde Giancarlo Fisichella, que triunfou na etapa de abertura de 2005, na Austrália. Antonelli aparece como candidato a encerrar um jejum de títulos italianos que dura desde 1953, quando Alberto Ascari conquistou o bicampeonato.
MotoGP e Superbike
No campeonato de MotoGP, Marco Bezzecchi, defendendo a Aprilia, iniciou a temporada com domínio absoluto: vitórias na Tailândia, no Brasil e nos Estados Unidos garantiram a liderança da categoria. Contando as duas últimas corridas de 2025, são cinco triunfos consecutivos.
Já no Mundial de Superbike, Nicolo Bulega pilota a Ducati rumo à ponta da classificação após vencer todas as seis provas de 2026, disputadas em duas rodadas triplas – na Austrália e em Portugal.
Tênis
Fora das pistas, Jannik Sinner confirmou o bom momento do esporte italiano ao faturar o Aberto de Miami, no domingo, e completar o Sunshine Double, feito obtido quando o mesmo tenista triunfa em Miami e Indian Wells na mesma temporada. O resultado mantém o atleta na vice-liderança do ranking da ATP.
Apesar de resultados expressivos em diferentes arenas esportivas não influenciarem diretamente a partida de terça-feira, o desempenho de Antonelli, Bezzecchi, Bulega e Sinner serve de exemplo para a Azzurra. A tetracampeã mundial precisa de 90 (ou 120) minutos perfeitos para retornar a uma Copa – algo que não acontece desde 2014 – e acompanhar a maré de conquistas italianas em outras modalidades.
Com informações de F1Mania



