Os recentes ataques no Oriente Médio provocaram o fechamento do espaço aéreo na região e estão dificultando o deslocamento de profissionais da Fórmula 1 para Melbourne, sede da etapa de abertura da temporada, marcada para 6 a 8 de março. A repórter brasileira Mariana Becker relatou em suas redes sociais, neste sábado (28), que ainda não conseguiu passagem para a Austrália.
Durante a madrugada, Estados Unidos e Israel bombardearam alvos no Irã. Pouco depois, rotas aéreas foram suspensas, afetando voos comerciais que ligam a Europa à Oceania. Um avião que partira de Londres com destino a Melbourne, no qual viajavam integrantes da Williams e a jornalista Juliane Cerasoli, precisou regressar ao Reino Unido.
Becker, que retornará à TV Globo em 2026 como comentarista in loco, publicou uma foto ao lado de seu cão, Snow, enquanto buscava alternativas para chegar a Melbourne. “Toda a F1 remarcando passagens”, escreveu a jornalista.
A escalada de tensão continuou: o Irã respondeu com mísseis direcionados a Bahrein e Abu Dhabi, localidades que também figuram no calendário de 2026. A etapa no Bahrein, inclusive, está prevista para ocorrer de 10 a 12 de abril.
Com companhias aéreas revendo rotas e itinerários, equipes, jornalistas e funcionários da categoria correm para reorganizar seus deslocamentos antes do início das atividades no circuito de Albert Park.
Com informações de F1Mania.net



