A Williams passou em branco no Grande Prêmio do México de Fórmula 1. Alexander Albon terminou em 12º lugar, enquanto Carlos Sainz recebeu a bandeirada em 17º, último entre os que completaram a prova no Autódromo Hermanos Rodríguez.
Albon: estratégia de uma parada não funcionou
O anglo-tailandês largou na parte de trás do pelotão e optou por iniciar a corrida com pneus duros — ele era um dos dois únicos pilotos a adotar esse composto no começo. A equipe apostou em uma estratégia de apenas uma parada antecipada, mas o plano não rendeu o desempenho esperado.
“Foi uma corrida um pouco lenta para mim”, avaliou Albon. “Usar o pneu duro no início não nos permitiu ter ritmo. A escolha de parar cedo acabou sendo a opção mais lenta e perdemos a chance de ser mais competitivos no pelotão intermediário.”
Segundo o piloto, as últimas etapas têm sido difíceis para a Williams. “Podemos ver nos dados os problemas que estou enfrentando. Precisamos nos reagrupar, reavaliar e chegar ao Brasil em melhor forma para voltar ao top-10.”
Sainz: contato e penalidades atrapalham resultado
Na largada, Carlos Sainz se envolveu em um toque com Liam Lawson. O incidente danificou o aro de um dos pneus e comprometeu os sensores da roda dianteira, afetando o funcionamento do limitador de velocidade nos boxes. Como consequência, o espanhol recebeu duas penalizações por não reduzir a velocidade no pit-lane.
“Foi uma corrida frustrante, pois tínhamos um ritmo excelente”, relatou Sainz. “O contato causou grandes vibrações no primeiro stint e acabou resultando nas penalidades. Foi um efeito bola de neve que custou uma chance clara de pontuar, porque eu estava muito rápido com os dois jogos de pneus macios.”
Apesar da decepção, o piloto destacou que o foco agora é a próxima etapa em Interlagos. “Vamos nos recompor e correr de novo no Brasil.”
Com informações de F1Mania.net



