HomeFórmula IndyDreyer & Reinbold quer ampliar participação na IndyCar a partir de 2026

Dreyer & Reinbold quer ampliar participação na IndyCar a partir de 2026

Indianápolis (EUA) – 18 de dezembro de 2025. A Dreyer & Reinbold Racing (DRR) trabalha para voltar a competir na IndyCar além das 500 Milhas de Indianápolis, foco exclusivo da equipe desde 2014. O objetivo inicial é montar um programa parcial em 2026 e, com novos investidores, chegar a calendário completo em 2027.

Fundada em 2000, a DRR correu em tempo integral até 2012. No ano seguinte, problemas de orçamento interromperam a temporada após poucas etapas, levando a escuderia a concentrar todos os esforços no Indy 500, prova em que se tornou presença constante e competitiva.

“Queremos estar posicionados quando o novo carro chegar e todos começarem do zero”, declarou o proprietário Dennis Reinbold, referindo-se ao chassi IR28, previsto para 2028. “Não pretendemos apenas alinhar; queremos brigar por vitórias e campeonatos.”

A estrutura pensada por Reinbold prevê crescimento gradual: campanha parcial em 2026, transição para tempo integral em 2027 e plena adaptação ao IR28 no ano seguinte. A estratégia, segundo ele, depende de capital externo, ponto em que as negociações avançam.

Para o próximo Indy 500, a equipe já confirmou Jack Harvey em um dos carros. O segundo assento segue livre e deve ser usado em um eventual pacote de provas adicionais. Conor Daly, ex-piloto da DRR, é citado nos bastidores por contar com patrocinadores interessados em vê-lo nas etapas do Oeste dos Estados Unidos e em Indianápolis.

Disputa por vagas no grid

Desde a adoção do sistema de franquias em 2025, o grid da IndyCar está limitado a 27 carros em circuitos mistos, de rua e ovais curtos; o Indy 500 mantém as tradicionais 33 posições. Na última temporada, 25 inscrições possuíam vagas garantidas, e a PREMA Racing – único time sem charters em tempo integral – ocupou os dois lugares restantes.

A PREMA ainda não confirmou presença em 2026, mas fontes indicam novo aporte financeiro para manter o programa de dois carros. Caso a italiana se inscreva e a DRR adicione pelo menos um carro extra, a lista de inscritos poderá ultrapassar o teto de 27, acionando o regulamento de classificação.

Em ovais, a definição é simples: os 27 melhores tempos de volta única entram na prova. Em circuitos de rua e mistos, os carros sem charter disputam um Last Chance Qualifying (LCQ); apenas os dois mais rápidos avançam para a tomada de tempos principal.

Reinbold entende que participar de mais corridas antes de 2028 será decisivo. “Estar na ativa quando o novo chassi chegar nos dará base para desenvolver o carro desde o primeiro dia”, afirmou.

Com informações de RACER

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